Geral 11/09/2020 - 16:15 - Marcos Miranda - Governo do Tocancins

Cidadania e Justiça destaca cartilha nacional “Acolha a Vida” com orientações às famílias na promoção da saúde mental

A Seciju destaca a importância do material no mês alusivo à promoção da saúde mental A Seciju destaca a importância do material no mês alusivo à promoção da saúde mental - Marcos Miranda - Governo do Tocantins

Com o objetivo de trazer temáticas relacionadas à saúde mental para serem discutidas no ambiente familiar, o Ministério de Estado da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos divulgou, neste mês de setembro, a cartilha “Acolha a Vida: Porque a vida vale a pena! Orientações para famílias sobre automutilação e suicídio”. E a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), por meio de sua diretoria de Direitos Humanos, promove o material, que traz informações sobre suicídios no País, alertas de sinais que demandam atenção, frases que devem ser evitadas, fatores de proteção no ambiente familiar e a divulgação da rede de apoio.

O lançamento da cartilha do Governo Federal aconteceu em uma cerimônia virtual, transmitida pelas redes sociais do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, nesta terça-feira, 08. O mês de lançamento, setembro, já se tornou parte do calendário para a discussão da temática suicídio, tendo a cor amarelo como referência cromática para as campanhas ligadas à causa.

De acordo com a diretora de Direitos Humanos, pasta ligada à Seciju, Sabrina Ribeiro, a campanha traz a discussão para leito familiar num momento propício. “A abordagem sobre o tema por meio de uma cartilha que pode ser divulgada e compartilhada por meio das redes sociais é de suma importância. Muito interessante ressaltar que o material é de fácil compreensão e pode ser discutido em família, em debates e fóruns eletrônicos, trazendo informação e acalento diante este tema tão difícil”, ressaltou.

 

A cartilha

Destinada às famílias, professores, conselhos tutelares, líderes comunitários, religiosos e à sociedade como um todo, aponta as temáticas da automutilação, suicídio e valorização da vida, com informações sobre a violência autoprovocada. O material traz também os números de casos registrados no Brasil, com dados surpreendentes, como no comparativo dos anos de 2011 e 2017, no qual houve um aumento de 10% na taxa de morte por suicídio na faixa etária de 15 a 29 anos.

Para ter acesso à cartilha e divulgá-la, clique no link. Mais informações no contato telefônico da Gerência de Promoção dos Direitos da Criança e Adolescente, em 63 3218-6717.

Frases de alerta!

A cartilha traz frases que devem servir como alerta no sentido de orientar o familiar ou ente querido quando a pessoa que estiver em sofrimento emocional fala-las, seguem alguns exemplos:

“Tenho vontade de dormir e não acordar mais”;

“Sou um peso para as outras pessoas”;

“Estou cansado e sem razão de viver”;

“Não há mais prazer em se viver”;

“Tudo seria mais fácil se eu não existisse”;

“Sou um fracasso”;

“Essa é a última chance”;

“Não sou amado ou querido por ninguém”;

“Eu não estarei aqui no próximo ano”.

 

Onde Procurar Ajuda

O Governo Federal está disponibilizando, além da Cartilha, ajuda pelo portal “Acolha a Vida”, com diversos vídeos e informações para auxiliar as famílias que possuam pessoas com sofrimento emocional, além de material gráfico como cartazes, visando esclarecer como perceber sofrimento emocional em algum ente familiar e como proceder.

Encontre ajuda também na Rede de Apoio:

  • Defensoria Pública do Tocantins

Araguaína e região: 3411-7418

Gurupi: 3315-3409 e 99241-7684

Palmas: 3218-1615 e 3218-6771

Porto Nacional: 3363-8626

  • Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e Vulneráveis

Arraias: 3653-1905

Colinas: 3476-1738/ 3476-3051

Dianópolis: 3362-2480

Guaraí: 3464-2536

Gurupi: 3312-7270/ 3312-2291

Miracema: 3366-3171/ 3366-1786

Paraíso: 3361-2277/ 3361-2744

Porto Nacional: 3363-4509/ 3363-1682

  • Disque Direitos Humanos: 100
  • Ministério Público do Estado do Tocantins: 0800 – 646 – 5055
  • Política Militar: 190

Site do Ministério dos Direitos Humanos: ouvidoria.mdh.gov.br

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