Geral 21/05/2019 - 18:44 - Pedro Ícaro/ Governo do Tocantins

Campanha de vacinação contra gripe já foi realizada em 75% das unidades prisionais do Estado

Ação da Campanha Nacional de Vacinação aconteceu na Cadeia Pública de Arapoema Ação da Campanha Nacional de Vacinação aconteceu na Cadeia Pública de Arapoema - Cidadania e Justiça /Governo do Tocantins
Servidores da Unidade Prisional de Cariri foram inclusos no grupo a serem vacinados Servidores da Unidade Prisional de Cariri foram inclusos no grupo a serem vacinados - Cidadania e Justiça /Governo do Tocantins

Seguindo o cronograma da Campanha Nacional de Vacinação que encerra no dia 31 de maio, 3.196 pessoas privadas de liberdade que vivem custodiadas em estabelecimentos penais do Tocantins foram imunizadas contra gripe obedecendo a recomendação do Ministério da Saúde que sugere priorizar o grupo por estarem mais vulneráveis a riscos. Até o momento, 30 unidades prisionais, o que corresponde a 75% do total, receberam equipes de saúde que além de imunizar os reeducandos, também vacinou os servidores do sistema prisional.

O detento J.R.R, conta que a vacinação trará melhores condições de saúde para toda a comunidade carcerária. “A vacina para nós, reeducandos, é muito importante, pois sofremos com a imunidade baixa devido ao local em que vivemos, assim, adoecemos com facilidade”, declarou.

O diretor da Cadeia Pública Arapoema, Adalberto Santana, ficou satisfeito com a ação e ressaltou que a medida era uma necessidade que a unidade carecia. “Os encarcerados têm um risco maior de contrair qualquer tipo de doença devido ao confinamento em ambiente fechado e com aglomeração, por isso se torna necessária a atenção à saúde da pessoa privada de liberdade”, ressaltou.

Grupo prioritário

O cuidado da saúde das pessoas privadas de liberdade é realizado por meio da implementação e acompanhamento da Política Pública de Saúde voltada para esse público, partindo dessa premissa, a Campanha Nacional de Vacinação dá prioridade a comunidade carcerária.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A definição, de acordo com o ministério, também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente o vírus da gripe.

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