Geral 09/04/2019 - 18:37 - Vitória Soares e Shara Rezende/Governo do Tocantins

Adolescentes do sistema socioeducativo produzem os próprios ovos de páscoa durante oficina

Socioeducandos participando de oficina de ovos de páscoa Socioeducandos participando de oficina de ovos de páscoa - Seciju/Governo do Tocantins

Adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa em unidades do Estado do Tocantins estão participando de oficinas de confecção de ovos de páscoa. A iniciativa tem o intuito de promover um momento de reflexão sobre o que representa a páscoa, assim gerando uma nova perspectiva de vida, além de vivenciarem um momento lúdico e se profissionalizarem.

As oficinas de produção de ovos de páscoa aconteceram nesta terça-feira, 9, com adolescentes do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) do Centro de Internação Provisória Central (Ceip) na Escola Estadual Mundo Sócio do Saber que fica dentro do Case em Palmas, e também com os adolescentes da Unidade de Semiliberdade Sul (USL Masculina) em Gurupi.

O diretor do Case, Dariêx Amadceno Carneiro Maia, conta que atividades como a da oficina buscam celebrar a páscoa com foco no desenvolvimento dos saberes dos adolescentes. “A oficina foca na importância da celebração da páscoa, aumentando o conhecimento bíblico dos adolescentes e fazendo-os enxergar que é possível ter uma vida melhor. Além de ensinar uma atividade geradora de renda”, destacou.

A diretora da Escola Estadual Mundo Sócio do Saber, Valdenisce Ramos de Araújo, conta que a oficina tem a finalidade de celebrar a data cristã, de estimular os adolescentes a pensar sobre o significado da mesma e de ensiná-los a confeccionar o próprio ovo de páscoa. “Eles ficam muito felizes com esse momento da oficina, isso é um despertar deles”, exaltou.

Novas experiências

As oficinas promovem autoconhecimento e conhecimento aos adolescentes, que vêem na atividade uma nova forma de viver, adquirir experiência e também de obter renda. “A gente ta aprendendo coisa nova, já muda a cabeça da gente, isso é uma experiência, para chegar lá fora e fazer pra um evento da família, conseguir trabalhar [sic]”, relata o adolescente P. L. V. R de 17 anos. 

 

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