Geral 26/10/2018 - 21:40 - Tom LIma - Governo do Tocantins

Secretário da Seciju faz intercâmbio em unidades que adotam regime disciplinar diferenciado em São Paulo

Heber foi conhecer a rotina, com o intuito de manter parcerias em projetos. Heber foi conhecer a rotina, com o intuito de manter parcerias em projetos. - Divulgação - SEAP São Paulo
Heber foi conhecer a rotina, com o intuito de manter parcerias em projetos. Heber foi conhecer a rotina, com o intuito de manter parcerias em projetos. - Divulgação - SEAP São Paulo
Heber foi conhecer a rotina, com o intuito de manter parcerias em projetos. Heber foi conhecer a rotina, com o intuito de manter parcerias em projetos. - Divulgação - SEAP São Paulo

O secretário de estado da Cidadania e Justiça (Seciju), Heber Fidelis, realizou visitas técnicas em unidades prisionais de alta periculosidade que adotam o RDD (Regime Disciplinar Diferenciado) no estado de São Paulo nesta sexta-feira, 26. O objetivo foi conhecer a rotina, com o intuito de manter parcerias em projetos, inclusive de ressocialização, em uma troca de intercâmbio, e formalizar termos de cooperações, visando melhorias em procedimentos administrativos, técnicos e de segurança.

As penitenciárias visitadas, nos municípios de Presidente Venceslau e Presidente Bernardes, ambas a cerca de 600 km de São Paulo, fazem parte da Coordenadoria de Unidades Prisionais da Região Oeste do estado, que tem como coordenador Roberto Medina e que comanda 39 casas penais, que juntas mantem uma população carcerária de 57.633 reeducandos. Naquela região, outras seis unidades estão para serem inauguradas.

Por meio da Coordenadoria, Heber Fidelis conheceu o canil mantido pela Regional, deslocando-se em seguida para o Centro de Readaptação Penitenciária (CRP) de Presidente Bernardes, e depois para a Penitenciária Zwinglio Ferreira, unidades estas que mantém cerca de 70 e 800 internos, respectivamente.

No Centro de Readaptação Penitenciária de Presidente Bernardes, além de tudo ser registrado por câmeras, nenhum agente fica sozinho com reeducandos ou entra em pavilhões das celas sem passar antes pelo detector de metais.

De acordo com Heber, é importante essa troca de experiências. “Para cada vez mais aperfeiçoarmos nossas rotinas, pois sabemos que com o crime organizado faz parte da realidade de todas as prisões brasileiras e temos que proteger nossas unidades e a sociedade de fugas, rebeliões e outros adventos”, avalia.

Esta unidade mantem bloqueador de celulares para impedir a comunicação entre membros de facções criminosas. Além disso, o CRP tem placas de aço no chão, em meio ao concreto, para impedir a abertura de túneis e os reeducandos não têm contato físico com parentes ou advogados. As regalias para reeducandos são mínimas e os índices de fugas também. Padrões de segurança similares são executados em Presidente Venceslau, na Penitenciária Zwinglio Ferreira.

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